O Maker como meio de desenvolvimento dos alunos

O Universitário está repleto de novidades para 2021 e uma delas é a construção de uma Sala Maker. Com a pandemia da COVID-19, a tecnologia passou a fazer ainda mais parte do cotidiano de alunos e professores. A partir disso, o Colégio entendeu que seria o momento ideal para implementar um ambiente exclusivo para esta nova forma de aprender na Escola.

A ideia de criar um espaço maker na Instituição vinha de muito tempo e, em 2020, se tornou realidade. Com bastante planejamento, estudo e auxílio de especialistas, o Universitário formatou um projeto para construir a sua Sala Maker no mais alto padrão. O objetivo sempre foi ter um ambiente rico em tecnologia, mas, acima de tudo, bastante usual.

Após muito planejamento, o espaço foi construído e os equipamentos foram comprados. Toda a equipe de professores foi treinada e preparada para ministrar aulas e projetos na Sala Maker. As atividades no espaço serão para alunos de P4 da UniKids ao Ensino Médio.

As propostas serão variadas. As turmas da Educação Infantil trabalharão de uma forma introdutória, para entenderem um pouco mais do conceito maker. No Ensino Fundamental, de 1º ao 9º ano, haverá material didático e aulas regulares no espaço. No Médio, professores e alunos trabalharão por meio de projetos multidisciplinares.

Além da aprendizagem com a mão na massa, diversas habilidades do século XXI serão trabalhadas nas propostas maker: cooperação, trabalho em equipe, resolução de problemas e muito mais.

O que é a cultura maker?

A cultura maker tem sido muito utilizada no meio educacional. Nos últimos anos, ela ganhou mais relevância. O termo nasceu com a busca por soluções criativas e personalizadas nos espaços de inovação, sustentabilidade e, sobretudo, de tecnologia. A nossa sala maker será um ambiente para os alunos desenvolverem estas habilidades.

O movimento maker é uma evolução da bastante conhecida metodologia “do it yourself” (faça você mesmo). O principal conceito dela é o de que qualquer pessoa, dotada das ferramentas certas e do devido conhecimento, pode criar as suas próprias soluções para os múltiplos problemas do cotidiano.

As novas tecnologias impulsionam o avanço da cultura maker. As impressoras 3D, as máquinas de corte à laser, os kits de robótica e a própria simplificação do processo de acesso à internet trouxeram este conceito para as salas de aula. Os alunos precisam estar prontos para o que vão encarrar no mundo e inovação, sustentabilidade e tecnologia – pilares do maker – farão parte disso.

O principal papel deste movimento na educação é difundir o aprendizado pelo fazer, ou seja, articular e integrar teoria e prática. A ideia é trabalhar os conteúdos procedimentais, do faça você mesmo, mas acrescentando o fazer juntos (do it together).

Desta forma, é possível provocar o potencial criativo das pessoas, fazendo com que elas raciocinem e ajam de maneira pouco convencional. É o famoso “pensar fora da caixinha”.

Os objetivos do Universitário com o Maker

Em outras palavras, o Colégio Universitário quer dar condições aos alunos para que se tornem pessoas mais autônomas e proativas. Competências essenciais e muito valorizadas em todo o mercado. Assim, obviamente, os alunos ficarão menos dependentes dos outros para encontrar as suas próprias soluções.
Agora, imagine crianças e adolescentes aprendendo conceitos de Física, Química, Matemática, História, Geografia, de uma forma significativa? Então, assim será o funcionamento do Maker, no Colégio Universitário.

As propostas servirão para derrubar crenças como “não consigo”, “não sei fazer” e “isso é impossível para mim”. Estas crenças limitantes sabotam as potencialidades individuais e, por meio do projeto da Escola, os alunos terão repertório para superá-las.

As crianças e os jovens, desde muito cedo, têm contato com informações em tempo real. Se for bem trabalhado nas famílias e nas escolas, esta exposição, aos poucos, fará com que os alunos se tornem os principais agentes do seu desenvolvimento intelectual, emocional e social. No Universitário, isso será feito.


Os desafios a serem superados

Encontrar soluções criativas para seus problemas, sem dúvida, é um dos maiores desafios da contemporaneidade. Hoje, as pessoas estão acostumadas com tudo pronto, rápido e à mão.

A tecnologia facilitou o acesso às soluções práticas (e de baixo custo) para as nossas necessidades cotidianas. Se antes dependíamos de produtos e serviços existentes no mercado para resolver os nossos problemas, hoje é possível aprender a produzir aquilo que precisa, com um ou dois cliques.
Estamos em um momento no qual a inovação, a sustentabilidade e o compartilhamento de ideias tornaram-se palavras de ordem. Mais e mais pessoas estão encontrando formas de conceber suas ideias de maneira personalizada, fugindo da escala industrial, que persistiu por décadas na cadeia de produção.

Não importa a idade, a curiosidade está associada à capacidade e ao potencial de fazer. Com o apoio dos recursos digitais, isso fica ainda mais acessível e evidente a todos.

Agora, imagine o tamanho do espaço que nossa escola tem para despertar o gênio inventor em suas(seus) filhas(os) e em nossos professores? Estas possibilidades são enormes e, por meio do nosso projeto maker, serão atendidas.

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