Concurso Canguru: maior concurso de matemática do mundo

Olimpíada de mostra que matemática pode ser leve, criativa e divertida

Neste mês de março o Colégio Universitário participou do Concurso Canguru de Matemática. Presente em mais de 100 países, esta é a maior competição internacional de Matemática do mundo. O concurso abrange estudantes do 3º ano do Fundamental I até o 3º ano do Ensino Médio, com desafios que estimulam o raciocínio lógico e despertam o gosto pela Matemática. Henrique Zotarelli, diretor, fala que “diferente daquela matemática “quadrada” de fórmulas decoradas, o Concurso Canguru explora mais a lógica e o raciocínio”.

A prova ocorre em fase única, com questões de múltipla escolha. O nível de dificuldade vai subindo conforme o aluno avança nas questões. O intuito dessa olimpíada é resolver problemas do cotidiano e quebra-cabeças lógicos, sendo quase um jogo de raciocínio. E os benefícios são inúmeros. Participando o aluno perde o medo da matemática, vista muitas vezes como o “bicho-papão”. Encarar uma prova como um desafio lúdico, cria uma relação de amizade com os números. Desperta valores como a resiliência, aprendendo como lidar com desafios. E está tudo bem se não conseguirem resolver de primeira já que o foco é a estratégia de resolução.

O Colégio Universitário acredita que participando desde cedo de concursos como este trabalha-se para a cultura de alto desempenho, que inicia cedo para preparar o terreno. “O aluno que faz o Concurso Canguru no 3º ano das séries iniciais chega no Ensino Médio muito mais maduro para enfrentar vestibulares de alto nível e outras olimpíadas internacionais”, confirma Henrique. O diretor também fala que há a questão do reconhecimento pelo esforço, já que receber uma medalha ou um certificado de participação aos 8 ou 9 anos, aumenta significativamente a autoestima e o interesse pelos estudos. Mais que premiações, o colégio foca nas experiências para superação de limites e formação para situações reais da vida. “Nós não queremos apenas ganhar medalhas, nós queremos formar cabeças brilhantes que saibam resolver problemas reais”, salienta Henrique.

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